quinta-feira, 30 de julho de 2026

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Estrada rosa cetim

 

Estrada rosa cetim

Atravessando entre a cidade
Montanha do sacrifício
Acabando com a puberdade

Facada fatal
Fúria e caos
Morte súbita e
Primordial

Força de Deus
Vontade que seduz
Desejos meus
Que a morte produz


Seus beijos roubados
Seu corpo selado


Venha anjo,
Dominar minha mente
Matar tanta gente
Que julga ser inocente


12/10/16

Ode à Letícia

 

Pretos cabelos cobrindo a sua face
Fazendo-a sorrir para o além.
À espera de que um dia a dor passe,
Seus poemas me fazem tão bem


22/10/16

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Pensamentos Livres #21

 


A poesia dança na minha mente por meio da palavra
Se expressa pela a minha fala
E se perpetua através da escrita



05/07/20

A Porta Para O Outro Lado


Eles são loucos,

Crescentes,
Dançando entre a noite
Em um turbilhão de fogo e caos.

Esse mundo está chamando
De volta a chama inicial.
Esse mundo está morrendo
Esperando por você e eu.


Nos reconstruímos da fumaça púrpura

Onde o vento sopra pro norte,
Nos guia para o frio,
Onde nos resta só a morte.


A mulher-anja retornou para abdicar-se de seu trono
Sua Terra Natal já não é mais a mesma.


Onde havia percussionistas ossudos
cultuando um falso Deus,
Agora há a luz limpa da esperança
que pernoita em nossas cabeças.


E todos a avistam,
Com suas mentes explodidas,
De tanto conhecimento que Deus

lhe concebeu.


E de longe,
A mulher-anja sorri
Abraçada ao seu homem-estrela.


E pelo deserto da transcendência
nós passamos,
Atravessando as dunas do passado,
Rumo a um futuro desconhecido,
Rumo ao outro lado…


06/09/16

terça-feira, 14 de julho de 2026

*Poesia Sem Nome #07*



Foi na presença da morte que aprendi a me reerguer.

Foi me perdoando que aprendi a prosseguir.

Foi na escuridão que aprendi o valor da luz,

Pois não existe cima sem baixo,

Não existe amor sem dor.


24/07/2024

*Poesia Sem Nome #06*

 

Lá fora,

Um silêncio cortado

Pelo vento frio da manhã.


Aqui dentro,

Um calor quase uterino,

Aquecendo o corpo


E a alma,

E uma cabeça cheia de sonhos.

Pensando:


"É aqui que eu preciso estar".

Esperando,

Pelo sino da morte 


Cujo ressoar

 há de cortar 

E romper o reino de véu


E me colocará

Sobre os trilhos da realidade

Onde, em marcha, eu devo


SEGUIR

SE-GUIR

SE

GUIR

e

ser.