terça-feira, 14 de julho de 2026

*Poesia Sem Nome #06*

 

Lá fora,

Um silêncio cortado

Pelo vento frio da manhã.


Aqui dentro,

Um calor quase uterino,

Aquecendo o corpo


E a alma,

E uma cabeça cheia de sonhos.

Pensando:


"É aqui que eu preciso estar".

Esperando,

Pelo sino da morte 


Cujo ressoar

 há de cortar 

E romper o reino de véu


E me colocará

Sobre os trilhos da realidade

Onde, em marcha, eu devo


SEGUIR

SE-GUIR

SE

GUIR

e

ser.

Nenhum comentário:

Postar um comentário